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Equipe do IFC busca solução para problema que afeta agricultores e consumo.

Imagem: NSC TV/ reprodução

Por NSC TV | G1

Em Araquari, no Norte catarinense, a produção de maracujá reduziu tanto nos últimos anos que motivou uma pesquisa científica. O trabalho representa esperança para agricultores e qualidade para o consumidor final, como mostrou o Jornal do Almoço.

“A casca mais espessa, fruto deformado e pior, não tem produção de polpa, não tem produção de suco. Então, com isso, não tem como o agricultor comercializar sua produção”, comentou o engenheiro agrônomo Rodrigo Martins Monzani.

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Araquari produzia até o início dos anos 2.000 mais de 1,6 mil toneladas de maracujá por ano, era a cidade com a maior produção da fruta em Santa Catarina. Com a disseminação de uma praga, atualmente, não passa de 600 toneladas por ano.

Menos mudas
A técnica agrícola Cláudia Aparecida Floriano produz mudas que são vendidas aos agricultores da cidade. Ela chegou a comercializar 44 mil mudas. Atualmente, não passa da metade, porque o pé de maracujá, para dar lucro precisa produzir por ao menos três anos. O problema é que a praga mata a planta logo depois do primeiro ano.

“Os produtores vão deixando do maracujá e vão buscando outras culturas, aí diminui a produção a campo, diminui a produção de mudas”, explicou.

Enquanto isso, pesquisadores do Instituto Federal Catarinense (IFC) tentam encontrar soluções, porque o Brasil é o maior produtor da fruta no mundo e mesmo que o estado represente só 3% da produção nacional tem sua relevância. Os pesquisadores querem saber quais se adaptam às condições de Araquari, se são resistentes às praga.

Qualidade para consumidor
Eles medem o tamanho, a espessura da casca, o rendimento da polpa e o teor de açúcar. Mesmo que as pesquisas ainda estejam longe encontrar uma conclusão, há um maracujá que está se adaptando muito bem à região, a cultivar Catarina, desenvolvida pela Epagri no sul do estado.

Fonte: G1

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